sexta-feira, 30 de abril de 2010

A área do planeta Terra é finita.


A estimativa em relação ao número de habitantes para o ano 2050 é assustadora.

Ao longo da história da humanidade diversas modificações aconteceram quanto ao número de habitantes na Terra. Desse modo, é possível perceber períodos nos quais o número de habitantes era modesto e outros, como o atual, com números considerados bastante elevados. O crescimento populacional significa uma alteração no número de uma população de forma positiva.

O crescimento populacional ocorreu no decorrer da história, às vezes em ritmo compassado, outras vezes de maneira veloz, um bom exemplo é o século XX, período no qual houve maior crescimento da população.

Fazendo uma retrospectiva quanto ao número da população mundial, é possível traçar uma comparação entre o passado, o presente e o futuro. Cerca de 300 milhões de pessoas era a população mundial há aproximadamente 2.000 anos. A população permaneceu sem apresentar crescimento relevante ao longo de extensos períodos, uma vez que havia momentos de apogeu no crescimento populacional e outros de profundos declínios.

Por causa da instabilidade do crescimento populacional foi preciso cerca de 1.600 anos para que o contingente atingisse 600 milhões de habitantes. O crescimento da população desenvolveu-se em diferentes intensidades, que pode ser simplificado da seguinte forma:

• Em 10.000 a.C o planeta abrigava poucos milhões de habitantes.

• No ano 1 d.C a população mundial totalizava cerca de 250 milhões de habitantes.

• Após 1.600 anos, a soma da população mundial não ultrapassava 500 milhões de habitantes.

• Em 1850, 200 anos depois, a população do planeta atingiu 1 bilhão de pessoas.

• De 1850 a 1950 o contingente populacional teve um estrondoso crescimento, alcançando 2,5 bilhões de habitantes.

• 40 anos depois, a população já havia crescido mais do que o dobro, totalizando 5,2 bilhões de habitantes.
• A partir do ano 2.000 a população total do mundo somava 6 bilhões de pessoas.

No dia 05 de agosto de 2008, a ONU (Organização das Nações Unidas) divulgou um relatório que apresenta uma estimativa em relação ao número de habitantes em escala planetária para o ano de 2050, que poderá atingir 9,2 bilhões de pessoas.

O relatório levantou as possíveis causas para esse crescimento, a elevação na expectativa de vida, além do maior acesso ao tratamento da AIDS. O estudo afirmou também que no mês de julho de 2008 a população atingiu 6,7 bilhões de habitantes.

De acordo com a pesquisa, o crescimento da população deve ocorrer de forma significativa somente nos países em desenvolvimento, no caso dos países desenvolvidos as mudanças serão modestas.
Fonte: http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/crescimento-populacao-mundial.htm

Fonte de pesquisa da imagem:http://blogmais.wordpress.com/2008/05/29/imagens-bonitas-planeta-terra/

Fibra do coco já está sendo reciclado no Ceará

Mais uma atitude ambientalmente correta está acontecedo com a fibra do coco, uma empresa está utilizando a fibra para fabricação de diversos produtos, o Brasil ainda não tornou-se um consumidor dos produtos feitos a partir da fibra, estes produtos estão sendo consumidos mais no exterior através da exportação. Veja a reportagem da tv o povo a seguir.

Resposta global aos desastres naturais

Eles causaram cerca de 1 milhão de mortes em dez anos; ONU cria plano para reduzir danos a partir de 2015

30 de abril de 2010 | 0h 00

Jamil Chade, correspondente em Genebra - O Estado de S.Paulo

A erupção de um vulcão perto do Ártico este mês afetou empregos na produção de flores no Quênia e provocou perdas à economia europeia superiores às dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001. Um tsunami causado por um terremoto no Chile em fevereiro deixou toda a bacia do Pacífico em suspense por mais de 24 horas.

Nos últimos dez anos, a economia global sofreu prejuízos de quase US$ 1 trilhão por conta de desastres naturais. Diante de fenômenos que afetam áreas cada vez mais povoadas, com impacto global, a Organização das Nações Unidas criou o primeiro plano internacional de redução de riscos de desastres. O objetivo é que todos os governos signatários adotem até 2015 as diretrizes, uma espécie de guia sobre o que cada cidade, governo estadual e nacional precisa fazer para proteger as populações e alertar países vizinhos dos riscos.

"Precisamos aprender com o que estamos enfrentando para criar um regime de resposta de emergência às crises", diz Achim Steiner, subsecretário-geral da ONU para o Meio Ambiente.

2004. A consciência de que o mundo precisava de uma estratégia coordenada surgiu quando o tsunami provocado por um terremoto na Ásia em 2004 matou mais de 200 mil pessoas em oito países. E ganhou força com terremotos como os registrados este ano no Chile, Haiti e China.

No caso do Haiti, a própria ONU fracassou. A organização tentou montar a partir de 2004 uma política de redução de riscos no país, mas não conseguiu fazer o projeto vingar a tempo de evitar as 230 mil mortes registradas no tremor de janeiro. O sucesso do plano internacional passa por uma maior eficiência, até mesmo das agências da ONU, criticadas pela burocracia, em criar condições que permitam a países pobres aderir ao programa.

"Pela primeira vez, temos uma consciência global e isso pode mudar a maneira pela qual podemos nos preparar para enfrentar esse desafio", diz a sueca Margareta Wahlstrom, subsecretária-geral da ONU para a Redução de Riscos de Catástrofe. Além disso, nunca houve tanta capacidade de disseminar rapidamente informação sobre desastres, o que permitiria uma redução considerável do número de vítimas.

Outro argumento é o de que reduzir riscos é atraente em termos econômicos. Para cada US$ 1 investido em prevenção de desastres e planejamento urbano, pode-se economizar até US$ 7 em resgate e reparo de danos.

Passos. A proposta prevê que cada governo nacional e local estabeleça seu plano. O primeiro passo é monitorar áreas de risco e o segundo, montar um sistema de alerta, para permitir a retirada rápida da população. Além disso, padrões de construção mais rigorosos podem garantir que hospitais, escolas, usinas de energia e abastecimento de água continuem funcionando mesmo durante calamidades.

A ONU também vai cobrar dos signatários que façam campanhas de conscientização, ensinando aos moradores como agir em desastres. O processo não se resume aos cidadãos comuns. Membros do governo precisam ser treinados sobre como responder à crise e se comunicar.

Esses princípios podem parecer senso comum. Mas muitos governos não contam com nenhum planejamento nem reservas orçamentárias para lidar com desastres. Experts da ONU admitem que um dos maiores obstáculos para criar a estratégia internacional é convencer políticos de que precisam investir em projetos que não têm visibilidade imediata para os eleitores.

Os dados para justificar esses investimentos falam por si só. Segundo a ONU, o número de desastres naturais passou de uma média de 50 por ano, na década de 60, para 165 por ano na década de 80. Entre 2000 e 2010, foram registrados em média mais de 385 desastres naturais por ano. O número de pessoas afetadas subiu para 2,4 bilhões, ante 1,7 bilhão nos anos 90.

Ásia. Cerca de 85% das 780 mil mortes provocadas por desastres naturais de 2000 a 2009 ocorreram na Ásia. Os eventos mais devastadores foram o tsunami de 2004 (226 mil mortes), o ciclone Nargis, ocorrido em 2008 em Mianmar (138 mil), e o terremoto registrado no mesmo ano em Sichuan, China (87 mil).

Segundo o relatório The Right to Survive, publicado pela ONG Oxfam no ano passado, a vulnerabilidade dos países menos desenvolvidos a catástrofes é evidente. Segundo o documento, nos países mais ricos um desastre natural mata, em média, 23 pessoas. Nos países pobres, essa média é de 1.052 pessoas.

Para Michael Bailey, líder da equipe de questões de segurança humanitária da Oxfam, o motivo dessa disparidade é uma combinação cruel de fatores. " No Japão, por exemplo, eles estão acostumados a terremotos, então têm um serviço pós-desastre excelente", afirma. "Nos países pouco desenvolvidos as pessoas morrem muito no pós-desastre. Não têm acesso a comida, a água de qualidade, a um serviço de saúde decente."

Pelos dados da Oxfam, quase 250 milhões de pessoas foram afetadas por ano por desastres naturais de 1998 a 2007. A ONG prevê que, no caso de fenômenos climáticos, o número de vítimas crescerá 50% em 2015.

"Tentamos mapear uma tendência. Poderá haver mais vulnerabilidade, mas não dá para ser categórico", diz Bailey. "Por um lado, há mais pessoas morando nas zonas costeiras e favelas; por outro, cerca de 200 milhões de pessoas saíram da zona de pobreza nos últimos anos."

Brasil. Estudos do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que o Brasil acompanha essa tendência internacional de aumento da vulnerabilidade a "eventos climáticos extremos". Enquanto no Sudeste e no Sul isso significa aumento de picos de chuva, no Nordeste e no leste da Amazônia são esperadas secas mais intensas.

Na Região Sudeste, por exemplo, o Inpe detectou um aumento do número de dias com precipitações que superam 30 ou 40 milímetros. "A relação não é direta: se houver mais chuva haverá mais mortes", explica o pesquisador José Marengo. "Há um componente não climático que conta: o péssimo planejamento das cidades." /COLABORARAM KARINA NINNI E FERNANDA FAVA, ESPECIAL PARA O ESTADO, E ADRIANA CARRANCA

Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100430/not_imp544951,0.php


Desastre ambiental na extração de combustíveis fósseis

29/04/2010 - 23h54

Mancha de óleo atinge costa da Louisiana

da BBC Brasil

A Guarda Costeira dos Estados Unidos informou, nesta quinta-feira (29), que parte do óleo derramado no vazamento no golfo do México já atingiu a costa do Estado da Louisiana.

Uma autoridade local disse à BBC que o óleo atingiu uma ilha perto do delta do rio Mississipi. Alguns residentes da região costeira e um correspondente da BBC em Louisiana afirmaram que já podiam sentir o cheiro do petróleo vindo do mar.

Ainda nesta quinta-feira, o governo da Louisiana declarou Estado de emergência devido ao vazamento de petróleo.

A decisão foi tomada depois de a Guarda Costeira americana ter revelado que a quantidade de petróleo que vaza do poço da plataforma Deepwater Horizon é cinco vezes maior do que se pensava e ameaça chegar à costa já nesta sexta-feira, devido à mudança na direção dos ventos.

"Soubemos que os dados da agência para Oceanos e Atmosfera agora mostram que a mancha de petróleo pode alcançar nossa costa antes do que o esperado", disse o governador da Louisiana, Bobby Jindal, em nota oficial.

"Falei com a secretária (nacional de Segurança Interna, Janet) Napolitano nesta noite para destacar as necessidades do Estado enquanto nos preparamos para o impacto da mancha de petróleo."

"Como a mancha de petróleo se aproxima de nossa costa, pedimos mais recursos da Guarda Costeira e da BP (British Petroleum, que operava a plataforma), enquanto trabalhamos para diminuir os efeitos da mancha", afirmou o governador.

Janet Napolitano, por sua vez, anunciou que o governo dos Estados Unidos determinou que a mancha de petróleo que pode atingir a costa da Louisiana é um evento de importância nacional.

Segundo ela, isto significa que as autoridades estaduais poderão pegar recursos de todo o país para lidar com a situação.

Napolitano também afirmou que um segundo centro de comando está sendo estabelecido na cidade de Mobile, no Estado do Alabama, para ajudar na coordenação dos esforços para conter o vazamento de petróleo.

Militares

O petróleo formou uma mancha com uma área de cerca de 72 km por 170 km - maior do que a área da Jamaica.

A contra-almirante Mary Landry, da Guarda Costeira, disse em Nova Orleans que o equivalente a 5 mil barris de petróleo por dia estão vazando no mar a 80 km da Louisiana.

Segundo Landry, técnicos da Noaa (sigla em inglês da Agência Americana para Oceanos e Atmosfera) revisaram para cima a estimativa do tamanho do vazamento baseados em fotos aéreas, estudo da trajetória da mancha e condições climáticas locais, entre outros fatores.

Com a piora da situação, militares americanos foram mobilizados nesta quinta-feira para ajudar a conter o petróleo pela primeira vez desde o início do vazamento.

Fogo

Uma equipe da Guarda Costeira ateou fogo a parte da mancha de petróleo, em uma tentativa de salvar o frágil ecossistema de pântanos da Louisiana. O Estado abriga cerca de 40% dos pântanos e mangues americanos e é o habitat de inúmeras espécies de peixes e aves.

A queima controlada da mancha foi feita em uma área cerca de 50 km a leste do delta do Rio Mississippi, de acordo com as autoridades.

A plataforma Deepwater Horizon, que pertence à empresa suíça Transocean e estava sendo operada pela British Petroleum (BP), explodiu na terça-feira passada e afundou na quinta-feira, depois de ficar dois dias em chamas.

Onze trabalhadores desapareceram depois do desastre, que está sendo considerado o mais grave do tipo em quase uma década.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u728121.shtml


O Estado de S.Paulo

O atual vazamento de petróleo no Golfo do México pode ser o segundo maior acidente ambiental da história americana, atrás apenas do vazamento do navio Exxon Valdez no Alasca em 1989. Se não for contido, o vazamento da empresa britânica British Petroleum (BP) na costa da Louisiana despejará 15,9 milhões de litros de óleo cru no mar, enquanto o acidente do Alasca deixou vazar 41,6 milhões de litros.

A partir de amanhã, equipes de emergência reforçarão os trabalhos de drenagem do óleo, como parte de um esforço de US$ 100 milhões para limpar a área. A ideia é reduzir a pressão do poço que está jorrando petróleo sem parar. A plataforma Deepwater Horizon, da BP, explodiu na terça-feira da semana passada e depois afundou, após ficar dois dias em chamas. A mancha no mar já chega a cerca de 1,5 mil km². Uma das soluções, segundo a guarda costeira da Louisiana, será atear fogo na mancha de petróleo para tentar reduzi-la.

Fonte: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100428/not_imp543938,0.php

domingo, 25 de abril de 2010

Pense em quem votar nestas eleições

Editorial

Consciência eleitoral

25/4/2010

Com o lançamento dos postulantes a candidato em vários cargos nas próximas eleições, volta à tona o crônico e impreciso gênero de comprometimento de inúmeros cidadãos em relação ao consciente exercício de seu voto, posto em xeque por pesquisa que aponta uma realidade preocupante. Em inquestionável demonstração de alienação política, cerca de 65% dos eleitores do País não se lembram em quem votaram no pleito passado para lhes representar no Poder Legislativo.

Estudiosos que analisam essa anomalia política, classificada como amnésia eleitoral, observam no fato a notória carência de espírito democrático, ocasionadora da ausência do necessário acompanhamento dos votantes quanto ao desempenho das personalidades que escolheram.

Segundo se constata, em grande parte dos casos, tal estranho esquecimento decorre de votos conseguidos por motivos aleatórios, de caráter estritamente circunstancial e completamente alheio aos imprescindíveis critérios para a escolha adequada de um representante político do povo. Nesse processo de alheamento, os compromissos de voto são assumidos em troca da concessão dos mais diversificados e, por vezes, exóticos tipos de favores. Entre eles, a concessão de empregos, bolsas de estudo, financiamento de times amadores de futebol, doação de dinheiro em espécie e, até mesmo, presentes pessoais de pequena monta. A distribuição de óculos e dentaduras, vista por alguns como fato folclórico, infelizmente ainda faz parte da realidade.

Ao contrário do que se costuma supor, o irresponsável câmbio de interesses eleitoreiros acontece, indistintamente e nas mesmas proporções, em faixas contrastantes de baixo e alto poder aquisitivo, tanto nos Estados mais pobres quanto naqueles de maior nível socioeconômico e de mais elevados níveis de instrução. A troca do voto por benesses de toda espécie e o subsequente esquecimento dos políticos favorecidos com a barganha estão presentes desde os mais desconhecidos grotões nordestinos às mais desenvolvidas cidades do Sudeste. Ressalte-se que o voto permutado nunca leva em consideração o partido ao qual o candidato pertence, não obedecendo, por conseguinte, aos mínimos critérios de uma apropriada avaliação.

Tão grave desvirtuamento do verdadeiro sentido de cidadania e do conceito de estado democrático concorre, sem qualquer dúvida, para o baixo nível por último detectado naqueles que deveriam, por pressuposto, esmerarem-se em ser padrões de ética e honestidade no cenário político. A cada dia, registram-se constrangedoras atuações de representantes arrivistas e despreparados para o cumprimento da elevada função pública que lhes foi delegada.

Torna-se oportuno enfatizar e esclarecer que o direito ao voto, embasado na consciência cívica de exercê-lo, é um atributo visceralmente ligado ao futuro do País e, mais do que nunca, imprescindível para consolidar a credibilidade, sempre tão posta à prova, dos que exercem mandatos outorgados pelo que se entende por soberana decisão popular, requisito fundamental da democracia.

É patente que o baixo índice de politização do eleitor constitui um dos problemas institucionais graves do Brasil.
Fonte: http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=774354

sábado, 24 de abril de 2010

Conscientização ambiental; para alguns besteira ambiental

O ser humano as vezes se comporta de maneira bem irracional em relação a nossa casa maior, mal sabe o ignorante por ingenuidade ou por ganância de riqueza, valores; que se a Terra sofrer consequências maiores como grandes abalos císmicos, derretimento de geleiras como prevêem alguns especialistas do clima, a nossa raça é a mais ameaçada de extinção, podendo a terra mais tarde se recuperar e nós com toda essa ganância ir pro espaço. O planeta terra não nos pertence e sim ao contrário, nós é que pertencemos a ele quer queira ou não. Temos mania de jogar fora o que não queremos mais ou algo que nos prejudique, já pensou se o planeta terra se comportasse desta forma, para onde jogar o lixo do ser humano?
Temos que usar nossa inteligênica não somente para se dar bem na vida e ganharmos dinheiro, pois temos um futuro pela frente que alguém mais cedo ou mais tarde vai pagar pelas ações relizadas. Diante desta realidade de destruição da nossa casa, nós somos os irracionais e os outros animais são racionais. Pense nisso. Reflita, e dê uma chance para seu neto, bisneto etc. Que Deus o abençõe.


sexta-feira, 23 de abril de 2010

Em defesa do Meio Ambiente

Política

EUA

Marina Silva discursará em Washington sobre o meio ambiente

Senadora participará de evento público comemorativo do Dia da Terra, organizado no 'Mall', grande esplanada central de Washington, onde se concentram monumentos e museus da capital americana


22 Abr 2010 - 19h09min

A candidata à Presidência do Brasil pelo Partido Verde (PV), Marina Silva, se reunirá, no fim de semana, com representantes do governo do presidente americano, Barack Obama, em Washington, onde participará, no domingo, de um evento por ocasião do Dia da Terra - celebrado esta quinta-feira, 22 -, informou uma organização ambientalista.

Marina, que é senadora pelo estado do Acre e foi ministra do Meio Ambiente do governo Lula, falará com funcionários do conselho ambiental da Casa Branca, informou a organização Fundo de Defesa do Meio Ambiente em um comunicado.

Ao meio-dia de domingo, 25, ela discursará em evento público comemorativo do Dia da Terra, organizado no "Mall", grande esplanada central de Washington, onde se concentram os monumentos e museus da capital americana.

Marina, que é uma referência internacional na luta pela preservação do meio ambiente, deixou o governo Lula em 2008, após seis anos à frente da pasta do Meio Ambiente, por desacordos com a política de desenvolvimento do País.

Em 2009, se desfiliou do Partido dos Trabalhadores (PT), após receber um convite para ser candidata dos "verdes" à Presidência.

Por enquanto, os favoritos às eleições de outubro são o ex-governador de São Paulo, José Serra (PSDB), seguido da candidata do governo, Dilma Rousseff.

Fonte: http://opovo.uol.com.br/politica/975830.html