terça-feira, 13 de abril de 2010

É ou não culpa da espécie humana

Humanidade não pode salvar o planeta, afirma criador da Teoria de Gaia

Mudar os hábitos para tentar salvar o planeta é "uma bobagem", na opinião de um dos mais conceituados especialistas em meio ambiente no mundo, o britânico James Lovelock, para quem a Terra, se for salva, será salva por ela mesma.

"Tentar salvar o planeta é bobagem, porque não podemos fazer isso. Se for salva, a Terra vai se salvar sozinha, que é o que sempre fez. A coisa mais sensível a se fazer é aproveitar a vida enquanto podemos", afirmou Lovelock em entrevista à BBC.

O cientista de 90 anos é autor da Teoria de Gaia, que considera o planeta como um superorganismo, no qual todas as reações químicas, físicas e biológicas estão interligadas e não podem ser analisadas separadamente.

Considerado um dos "mentores" do movimento ambientalista em todo o mundo a partir dos anos 1970, Lovelock é também autor de ideias polêmicas como a defesa do uso da energia nuclear como forma de restringir as emissões de carbono na atmosfera e combater as mudanças climáticas.

Gatilho

Para Lovelock, a humanidade não "decidiu aquecer o mundo deliberadamente", mas "puxou o gatilho", inadvertidamente, ao desenvolver sua civilização da maneira como conhecemos hoje.

"Com isso, colocamos as coisas em movimento", diz ele, acrescentando que as reações que ocorrem na Terra em consequência do aquecimento, entre elas a liberação de gases como dióxido de carbono e metano, são mais poderosas para produzir ainda mais aquecimento do que as próprias ações humanas.

Segundo ele, no entanto, o comportamento do clima é mais imprevisível do que pensamos e não segue necessariamente os modelos de previsão formulados pelos cientistas.

"O mundo não muda seu clima convenientemente de acordo com os modelos de previsões. Ele muda em saltos, como vemos. Não houve aumento das temperaturas em nenhum momento neste século. E tivemos agora um dos invernos mais frios em muito tempo em todo o hemisfério norte", diz Lovelock.

Energias renováveis

Durante a entrevista à BBC, o cientista britânico afirmou ainda não ver sentido na busca de alguns hábitos de consumo diferentes ou no desenvolvimento de energias renováveis como forma de conter as mudanças climáticas.

"Comprar um carro que consome muita gasolina não é bom porque custa muito dinheiro para manter, mas essa motivação é provavelmente mais sensata do que a de tentar salvar o planeta, que é uma bobagem", diz.

Para Lovelock, a busca por formas de energia renováveis é "uma mistura de ideologia e negócios", mas sem "uma boa engenharia prática por trás".

"A Europa tem essas enormes exigências sobre energias renováveis e subsídios para energia renovável. É um bom negócio, e não vai ser fácil parar com isso, mas não funciona de verdade", afirma.

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Opinião do Prof. Clairton Freitas, Eu particularmente não concordo, em partes, principalmente no ponto em que ele afirma que a terra, ela própria provoca mais aquecimento que a ação humana, e as atividades humanas onde fica nesta história, será que a grande emissão de CO2 causada pelo homem não influi nem contribui?

domingo, 11 de abril de 2010

mensagem

Quando a última árvore tiver caído,
quando o último rio tiver secado,
quando o último peixe for pescado,
vocês vão entender que dinheiro não se come.

sábado, 10 de abril de 2010

Mudanças climáticas - ONU

Por BBC, BBC Brasil, Última atualização: 5/2/2010 8:42

Chefe de painel do clima da ONU diz que relatório tinha apenas um erro

Chefe de painel do clima da ONU diz que relatório tinha apenas um erro

"Rajendra Pachauri"

Os erros revelados recentemente em um relatório da ONU sobre mudanças climáticas não invalidam os dados científicos que mostram a necessidade de ações para evitar as consequências dessas mudanças, segundo afirma o principal cientista responsável pelo documento.

Em entrevista à BBC, o indiano Rajendra Pachauri, presidente do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas da ONU (IPCC), disse que o 4º relatório do órgão, divulgado em 2007, continha apenas um grande erro, mas que esse erro já foi admitido publicamente e corrigido.

O IPCC reconheceu no mês passado que o relatório havia se equivocado ao afirmar que as geleiras do Himalaia poderiam desaparecer até 2035.

"Há claramente um erro que ocorreu, infelizmente, mas que reconhecemos e expressamos nosso arrependimento. Mas há uma grande quantidade de dados científicos lá. O relatório do IPCC é um grande trabalho, e acho que tudo o que dissemos lá é totalmente válido", afirmou Pachauri antes da Cúpula sobre Desenvolvimento Sustentável do IPCC, iniciada nesta sexta-feira em Nova Déli.

"Nós mostramos claramente que os impactos das mudanças climáticas, se não fizermos nada, vão se tornar progressivamente mais sérios. Não é só uma questão de aquecimento, é também a ocorrência de problemas com eventos climáticos extremos com um grande impacto na sociedade", afirmou o cientista da ONU.

Críticas pessoais

Pachauri foi pessoalmente criticado sobre sua conduta no caso, por não ter tomado providências apesar de ter supostamente tomado conhecimento do erro no relatório antes da cúpula global sobre o clima em Copenhague, em dezembro.

O presidente do IPCC rebateu durante a entrevista as pressões para sua renúncia, afirmando que as polêmicas que o envolvem não devem desviar a atenção sobre o debate central em relação às mudanças climáticas.

"Não acho que o mundo vai se distrair (da discussão central). Não acho que a comunidade científica vai se distrair", afirmou.

Pachauri rebateu ainda as acusações de que teria se beneficiado financeiramente do comércio de crédito de carbono com empresas privadas por meio de sua posição como presidente do Instituto de Pesquisas Energéticas (Teri, na sigla em inglês).

Segundo ele, todo o dinheiro que ele recebe com seu trabalho de consultoria para empresas privadas é revertido ao instituto, que é uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de levar energia solar a pessoas sem acesso a energia elétrica.

"Nem um centavo (dos pagamentos por seu trabalho de consultoria privada) vai para o meu bolso", afirmou.

Cúpulas

A reunião de Nova Déli é a primeira conferência mundial sobre mudanças climáticas desde o fracasso da cúpula global de Copenhague, no ano passado, que falhou em conseguir um acordo mundial para cortes nas emissões de gases para o combate às mudanças climáticas.

Os negociadores da ONU esperam que um acordo global possa ser alcançado até a próxima grande cúpula sobre o clima, programada para o final do ano na Cidade do México.

Porém muitos temem que as polêmicas envolvendo os erros cometidos pelo IPCC e a conduta pessoal de Pachauri possam alimentar os argumentos daqueles que consideram "alarmistas" as recomendações dos relatórios da ONU.

No final do ano passado, o IPCC já havia rebatido acusações de que dados coletados pela Unidade de Pesquisas Climáticas da Universidade de East Anglia, na Grã-Bretanha, teriam sido manipulados após o vazamento de centenas de e-mails trocados por pesquisadores da universidade e de outras instituições sugerindo que dados que contrariavam a teoria de que o aquecimento global é resultado de ações humanas estariam sendo descartadas.

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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

algumas espécies de árvores do Brasil

Conheça mais sobre algumas espécies de árvores brasileiras.

Aroeira

Aroeira

Nativa do Brasil, Aroeira é o nome popular de diversas árvores da família Anacardiaceae. Alguns tipos de Aroeira são muito apreciados na culinária e outros servem para fazerem infusões na medicina popular.


Bambu

Bambu

As diversas espécies de Bambus são nativas de várias partes do mundo, com exceção da Europa. Da família dos Gramineae, o Bambu é utilizado para fins artísticos e também na construção civil.


Cafeeiro

Cafeeiro

É uma espécie nativa da África, mas popular em todo o mundo, graças ao seu fruto. Pertence a família das Rubiaceae. O Brasil possui a maior área plantada de cafeeiros do mundo.


Cajueiro

Cajueiro

Também da família Anacardiaceae, seu nome científico é Anacardium Occidentale. É uma árvore nativa do norte e nordeste brasileiros e, em condições ideais, pode atingir até 20 metros de altura.


Castanheira

Castanheira

Originária da Península Ibérica, a Castanheira é muito conhecida pelos seus frutos ricos em nutrientes. Seu nome científico é Castanea Sativa. A Castanheira teve grande importância na alimentação dos povos europeus na Idade Média.


Cedro

Cedro

O Cedro é uma árvore da família Pinaceae que pode chegar a até 30 metros de altura. É uma árvore nativa da Mata Atlântica e tem um crescimento muito acelerado, por isso é também utilizado para o reflorestamento destas áreas.


Cerejeira

Cerejeira

É o nome dado a várias árvores do gênero Rosaceae. Suas diversas variações podem ser úteis desde a produção de frutos até a utilização de seus troncos como madeiras nobres.


Coqueiro

Coqueiro

O Coqueiro é uma árvore da família Arecaceae e seu nome científico é Cocos Nucifera. Ainda não é conhecida a origem desta árvore, mas já foram encontrados fósseis de árvores ancestrais aos coqueiros com cerca de 15 milhões de anos.


Imbuia

Imbuia

É o nome popular, originário do Tupi, da Ocotea Porosa. É uma árvore de folhas e flores muito pequenos, mas de tronco extremamente grosso. é considerada uma das principais madeiras nobres na produção de móveis.


Ipê

Ipê

É como são chamadas comumentes as árvores do gênero Tabebuia. Os diversos Ipês são muito utilizados como árvores urbanas, pois suas raízes crescem para baixo e não danificam calçadas e ruas asfaltadas.


Jacarandá

Jacarandá

É uma árvore nativa do Brasil, pertencente à família Fabaceae. A Jacarandá é utilizada na fabricação de artigos de luxo, como pianos e outros instrumentos musicais.


Jatobá

Jatobá

É uma árvore nativa da Amazônia e da Mata Atlântica brasileiras. Seu nome científico é Hymeneae Courbaril. As Jatobás chegam a ter 1 metro de diâmetro nos troncos e suas cascas são utilizadas para a produção de chás e vinhos.


Juazeiro

Juazeiro

É uma árvore típica do nordeste brasileiro, com frutos ricos em vitamina C. O Juazeiro desperta grande interesse da indústria de cosméticos e seus nutrientes ainda são usados na fabricação de cremes dentais. Seu nome científico é Zyziphus Joazeiro.


Mogno

Mogno

É uma árvore muito utilizada na fabricação de móveis pela facilidade com que é possível trabalhar. São árvores nativas das florestas equatoriais e pertencem ao gênero Entandrophragma.


Nogueira

Nogueira

A Nogueira pertence ao gênero Junglans, que agrega diversas espécies nativas de vários continentes. Seu fruto é a noz, muito utilizada na fabricação de óleos e como artigo culinário.


Oliveira

Oliveira

Originária da região do Mar Mediterrâneo, o nome científico desta árvore é Olea Europaea. Os seus frutos são as conhecidas azeitonas, e um dos seus principais produtos é o azeite de oliva.


Pau-Brasil

Pau-Brasil

Árvore que deu nome ao Brasil, é originária do mesmo país. Seu nome científico é Caesalpinia Echinata. Em 7 de Setembro de 1978, a Pau-Brasil foi declarada como Árvore Natural do Brasil.


Pinus

Pinus

É uma árvore originária do hemisfério sul e, hoje, é comumente encontrada no sul e sudeste do Brasil. Pinus é o gênero de diversas árvores pertencentes à família Pinaceae. No total, são aproximadamente 150 espécies desta família.


Salgueiro

Salgueiro

É o nome popular das árvores do gênero Salix, da família Salicaceae. O Salgueiro é a árvore que deu origem ao ácido acetilsalicílico, a conhecida aspirina.


Sapucaia

Sapucaia

É uma árvore originária da floresta amazônica e da mata atlântica do Brasil e pode chegar a até 30 metros de altura. Seu nome científico é Lecythis Ollaria, da família Lecythidaceae.


Seringueira

Seringueira

É originária da bacia hidrográfica do Rio Amazonas. Pertence a família das Hevea Brasiliensis. A Seringueira teve grande importância para o desenvolvimento da região norte do país, a partir da extração do látex - matéria-prima da borracha.


Umbuzeiro

Umbuzeiro

Seu nome científico é Spondias Tuberosa. O Umbuzeiro ou Imbuzeiro é originário do nordeste do Brasil e seu nome tem origem no tupi. "Ymbu" significa "água que dá para beber", graças à retenção de água em suas raízes.


Ataque a terra pelos seres terrestres

A Natureza mais doente do que nunca.

Neste último século, o meio ambiente vêm sofrendo uma grande e acelerada transformação. E muitas destas alterações na natureza são praticamente irreversíveis a curto ou médio prazo. Se continuarmos com o mesmo ritmo de desenvolvimento, sem procurarmos estabelecer limites ao manejo e preservação dos recursos ambientais, a qualidade de vida no planeta diminuirá vertiginosamente.

Seca Furacão
Erupção Enchente

Alguns dados alarmantes, expostos no relatório do Green Peace "Mudanças do Clima, Mudanças de Vida":

  • A incidência de furacões nível 5 está aumentando consideravelmente. Em 2005, somente em torno do Oceano Atlântico, foram registrados 15 do tipo;
  • Nas últimas décadas, a média da temperatura mundial foi elevada em 0,7°C. No sul do Brasil, o aumento foi de 1,4°C;
  • Em 2005, aconteceram 360 desastres naturais, um aumento de 18% em relação a 2004;
  • Em 25 anos, 620 mil mortes foram registradas em virtudes de desastres naturais;
  • Desmatamentos e queimadas lançam, anualmente, mais de 200 milhões de toneladas de carbono na atmosfera;
  • Entre 2002 e 2005, a Amazônia perdeu 70.000km² de seu território em virtude de desmatamentos e queimadas indiscriminadas;
  • Até o final do século, prevê-se um aumento de até 7°C na temperatura da região semi-árida do nordeste brasileiro;
  • Atualmente, cerca de 1,2 bilhões de pessoas se encontram no estado de alta pobreza devido às condições climáticas de suas regiões;
  • Nos próximos 50 anos, o nível do mar deve subir entre 30 e 80cm, devido ao derretimento das calotas polares;
  • O aumento de temperatura registrados nos últimos 50 anos foi de 3°C;
  • O Brasil é quarto maior poluidor do planeta;
  • Nos últimos 12 anos, na Antártica já foram perdidos 14km² de gelo;
  • O prejuízo estimado com os desastres ambientais dos últimos 10 anos é de 570 bilhões de dólares;

Campanha verde


Este Blog é Verde!

terça-feira, 14 de julho de 2009

Cada vez mais o consumismo vem tomando conta das pessoas, é alguém que embeleza-se com um produto e quer mostrar para o(a) amigo(a), uma tecnologia nova que surgiu, uma roupa de modelo diferente que apareceu no mercado etc, todos se encantam pelo consumismo, não preocupam-se e refletem que, todas essas novidades saiu de algum lugar na natureza e que levou milhões de anos para gerar a matéria prima, pois bem aqui vai algumas dicas de como ser mais racional com o meio e possamos mudar nossos próprios hábitos em relação ao lixo que adquirimos, e evitar que seu destino seja os lixões mundo a fora.

DICAS DE RECICLAGEM

1. Regue as plantas de manhã cedo ou ao cair da noite. Quando o sol está alto e forte, grande parte da água perde-se por evaporação.

2. Seja econômico: poupe papel, usando o outro lado para tomar notas ou fazer rascunhos; os pratos e copos de papel são ótimos

para piqueniques.

3. Um terço do consumo de papel destina-se a embalagens. E alguns têm um período de uso inferior a 30 segundos. Contribua para a redução do consumo dos recursos naturais.

4. Regule o seu carro e poupará combustível. Use gasolina sem chumbo.

5. As fotocopiadoras e as impressoras a laser utilizam cassetes de toner de plástico, que freqüentemente têm de ser substituídas.

Contate uma empresa que recicle esse plástico ou que o use novamente.

6. Um estudo desenvolvido pela NASA mostra que as PLANTAS conseguem remover 87% dos elementos tóxicos do ambiente de uma casa

no espaço de 24 horas. Distribua plantas profusamente por todas as instalações. Recomenda-se, pelo menos, uma planta de 1,2 a 1,5 metros

por cerca de 10 metros quadrados. Escolha espécies de plantas que se dêem bem com pouca luz natural.

7. Instale LÂMPADAS FLUORESCENTES. Substituir-se uma lâmpada tradicional por uma fluorescente evita o consumo de energia

equivalente a cerca de um barril de petróleo ou 317 quilogramas de carvão, que produziria 1 tonelada de dióxido de

carbono (o maior gás de estufa) e 6 quilogramas de dióxido de enxofre, que contribui para a chuva ácida. As lâmpadas fluorescentes,

além disso, duram em média, 13 vezes mais do que uma lâmpada incandescente. São bons motivos para escolher.

8. Desligue as luzes e os equipamentos (computadores fotocopiadoras, etc.) quando sair do escritório. Está provado que, se durante um

ano desligarem-se dez computadores pessoais, à noite e durante os fins-de-semana, vai se poupar em energia o equivalente ao preço

do computador. Instale sensores de presença que desliguem as luzes sempre que a sala fique vazia.

9. Antes de decidir comprar equipamentos para o escritório, saiba que as impressoras a jato de tinta usam 99% MENOS ENERGIA que

as impressoras a laser, durante a impressão, e 87% menos quando inativas; os computadores portáteis consomem 1% da energia de

um computador de escritório. Se for possível, opte por esses equipamentos.

10. Calcula-se que um em cada quatro documentos enviados por FAX são posteriormente fotocopiados porque o original tende a

perder visibilidade. Desta forma gasta-se não só o papel de FAX (normalmente não reciclável porque é revestido com produtos

químicos que são aquecidos para a impressão) mas também o de fotocópia. Compre um aparelho de fax que use papel normal.

Funcionam como fotocopiadoras ou impressoras em papel vulgar.

11. Roupas usadas podem ser dadas a outras pessoas ou a bazares de caridade.

12. Brinquedos velhos, livros e jogos que você não quer mais podem ser aproveitados por outros; portanto, não os jogue fora.

13. Descubra se há locais apropriados para o recolhimento de papel velho. Normalmente, esses locais são organizados pelas autoridades

locais ou instituições de caridade.

Fonte: http//www.naturalimp.com.br/br/dicas/dicas.php